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The Vegetarian Butcher, da Unilever, é desenvolvida por Iris Worldwide

A campanha do The Vegetarian Butcher tem carne nova no pedaço chegou ao Brasil em outubro de 2020 e é a nova aposta da multinacional

A marca holandesa de carne plant-based, conhecida como The Vegetarian Butcher, por meio da fabricante de bens de consumo Unilever, chegou ao Brasil em outubro de 2020. Buscando gerar reputação de forma eficiente entre os decisores das

principais redes de restaurantes, trazendo leads qualificados – sem perder o humor atípico, cheio de jargões e tiradas em suas execuções – contaram com a criação da Iris Worldwide São Paulo para lançarem a campanha Tem carne nova no pedaço.

O mote central é o conceito maior da campanha onde os nomes dos produtos seguiram a mesma linha criativa, como – por exemplo – Uaumôndegas para almôndegas, Fica Na Moída para carnes moídas, Hmm-burguer para hambúrgueres, e Na-na-ni-na Nuggets para nuggets. “Para uma estratégia de lançamento em conquistar primeiro o food service, a excelência na execução do digital era crucial. A Iris nos ajudou desde o começo a mapear as principais mensagens, assets, canais e públicos para tudo parar de pé – e os primeiros resultados são super positivos. Muita coisa legal ainda vem pela frente”, afirma Camille Lau, Marketing Manager da Unilever.

Um dos principais desafios da campanha foi o uso da linguagem, visto que o The Vegetarian Butcher precisa se provar não como um substituto, mas como um sabor absoluto da carne, só que sem animais. No Brasil, um dos locais onde a proteína mais pesa no prato, um discurso veganista levaria o criativo para um universo fora do esperado. Por conta disso, a agência se dedicou a desvendar a semântica do sabor, do gostoso e do suculento, independente de citarem origem animal ou não. “Foi assim que encontramos o tom correto para uma comunicação impactante, provocativa e inclusiva. Utilizamos um humor tão inteligente que foi possível incluir trocadilhos, ajudando a baixar a guarda das pessoas, dando a elas uma oportunidade de abrir uma conversa mais franca, repensando preconceitos”, comenta Flávio Particelli, Creative Director na Iris São Paulo.

A campanha se preocupou em iniciar por um modelo B2B para futuramente expandir para o público geral. Dentro disso, o digital foi a ferramenta essencial para garantir precisão, com mais de cinquenta assets produzidos já nas primeiras semanas, contemplando diferentes perfis, canais e momentos de entendimento da mensagem. “Aqui na Iris nos especializamos em desvendar jornadas de decisão por meio do digital – e até por isso, gostamos muito de trabalhar no B2B. Quando junta um job dessa natureza – que é a nossa cara – com um propósito de marca maior, o trabalho flui. Estamos muito contentes em fazer parte desta revolução”, cita Cacau Lima, Strategy Director da Iris São Paulo.

Até o final do ano, a campanha estará disponível em canais digitais – como Facebook, Instagram e LinkedIn no enxoval. “Num ano tão caótico, recebemos um presente da Unilever Food Solutions. Além de toda ousadia e carisma da marca The Vegetarian Butcher, participar estrategicamente e criativamente desse lançamento, nos trouxe uma perspectiva nova de empoderamento e propósito -por se tratar de uma linha de produtos muito inovadores e condizentes com as mudanças mais recentes dos hábitos alimentares”, finaliza Fabiana Jadao, Managing Director da Iris São Paulo.

(Fonte: ADnews ) - 03/11/2020
MERCADO DE SERVIÇOS DE TI CRESCE 4,2% NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2020

Reflexo da pandemia de covid-19 e do consequente aumento do trabalho remoto, mercado de serviços foi impulsionado por investimentos em cloud e segurança e ultrapassou R$ 41 bilhões

No primeiro semestre de 2020, o mercado nacional de serviços de TI cresceu 4,2% em relação ao mesmo período de 2019 e chegou a mais de R$ 41 bilhões, de acordo com o estudo da consultoria IDC Brasil.

Segundo a empresa, o primeiro semestre pode ser dividido em períodos com dinâmicas bem diferentes: “Nos dois primeiros meses, o que se observou foi um mercado acelerado e impulsionado por negociações iniciadas no final de 2019. O contraponto negativo ocorreu a partir de março, com a pandemia de covid-19. Se por um lado disciplinas ligadas ao fornecimento de hardware, mercado bastante dolarizado e dependente de insumos importados foram impactados, por outro houve aceleração nos resultados de serviços correlatos a cloud e segurança da informação, ambos figurando como maiores habilitadores do trabalho remoto diante do confinamento”, explica Luiz Monteiro, analista de pesquisa e consultoria em serviços de TI da IDC Brasil.

O resultado desse movimento foi um crescimento perto de zero no mercado de implantação de hardware e suporte, enquanto o gerenciamento de aplicações acelerou 5,9% no resultado anualizado.

TENDÊNCIA
Para o restante de 2020 e nos períodos seguintes, a tendência é que serviços na nuvem continuem em destaque. Segundo Monteiro, “temas ligados a cloud, principalmente no que toca o entendimento e utilização integrada e eficiente de ambientes cada vez mais distribuídos por data centers próprios ou não, clouds públicas ou privadas, devem permanecer na pauta das organizações”.

Apesar deste movimento, a IDC projeta crescimento modesto para 2020, com recuperação a partir do final de 2021. “Projetos e consultorias voltadas ao desenvolvimento focado no controle e previsibilidade de custos, assim como ferramental que permita o uso mais eficiente dos recursos disponíveis, próprios ou contratados ‘as a service’, devem ser cada vez mais ofertados pelos provedores e buscados pelas corporações”, completa o analista da IDC Brasil.

(Fonte: Da Redação) - 03/11/2020
Startup cria game fitness e cresce 1000% durante pandemia

O jogo RadarFit, da empresa homônima, trabalha com um sistema de recompensas para estimular o estilo de vida saudável dos usuários

A cada passo dado no caminho para uma vida mais saudável, há uma recompensa imediata pelo esforço empenhado. Criado pelas empreendedoras Jade Utsch, Jennifer de Faria e Tatiany Ribeiro, o game fitness RadarFit possui essa proposta e tem atraído muitos usuários. Com o isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), a startup cresceu, entre março e setembro deste ano, mais de 1000% em número de usuários e faturamento ante o mesmo período de 2019.

A dinâmica do game fitness é simples e lembra a de alguns jogos mobile, como, por exemplo, o tradicional "Candy Crush", em que o usuário precisa percorrer uma trilha de desafios para ir avançando no tabuleiro digital. Em vez de doces e guloseimas virtuais, a RadarFit desenvolve uma jornada customizada com base em um objetivo de saúde escolhido pelo usuário.



As três empreendedoras que fundaram a RadarFit: Jade Utsch (à esq.), Tatiany Ribeiro (ao centro) e Jennifer de Faria (à dir.)
Foto: RadarFit / Divulgação

Dentro do jogo, há missões para estimular a prática de exercícios físicos, a adoção de uma alimentação mais saudável, uma maior hidratação diária e também a prática regular de meditação. Assim que o sistema da RadarFit recebe o peso, altura, gênero, idade e a meta de saúde selecionada, a inteligência artificial (IA) embutida no game já realiza cálculos para desenvolver uma trilha e desafios diários específicos para o usuário.

"O que a gente propõe não é uma solução milagrosa", afirma a CEO da RadarFit, Jade Utsch. "Nós sabemos o porquê as pessoas têm dificuldade em ter uma vida saudável e oferecemos ferramentas para que ela consiga isso." Segundo a empreendedora, o fator que mais desmotiva as pessoas a começar ou manter um estilo de vida salutar é a falta de recompensa imediata. " Quando a gente faz 1h de academia, a gente não sai de lá com o corpo que a gente quer."

Para uma constante motivação dos usuários em sua solução, as três fundadoras da startup não criaram apenas uma interface de jogo, mas também desenvolveram um sistema de recompensas. A cada desafio cumprido, o usuário recebe moedas, que podem ser acumuladas e trocadas por prêmios, como, por exemplo, TVs, smartphones, caixas de som e outros eletrônicos.

Crescimento de 1000%
O crescimento da RadarFit, como conta Jade, foi acelerado pelo isolamento social. O game fitness já estava disponível no mercado desde 2017, oferecendo seus serviços para empresas que queriam estimular uma vida mais saudável de seus funcionários.

Com a pandemia, a startup decidiu expandir seu escopo para o público geral. "Abrimos o nosso jogo para que as pessoas pudessem usar nossa tecnologia e ter uma rotina fitness em casa", diz a CEO. "A gente já pretendia fazer esse movimento, mas com tudo o que aconteceu, aceleramos nossos planos."



O game fitness RadarFit estimula a prática de uma vida mais saudável por meio de um sistema de recompensas
Foto: RadarFit / Divulgação

Com essa nova frente de negócio aberta, o game fitness ganhou impulso e atingiu uma base de 30 mil usuários. No faturamento, esse número de novos jogadores também teve um bom reflexo. Segundo Jade, a startup teve um aumento de 1000% em faturamento entre os meses de março e setembro neste ano, quando comparados com o mesmo período no ano passado.

Hoje, o game fitness RadarFit está disponível em três línguas - português, inglês e espanhol - e presente em 14 países da América Latina e Europa. O custo, para empresas, é de R$ 4,90 por colaborador a cada mês. Já para o público geral, o jogo possui uma mensalidade de R$ 15,90 e pode ser baixado tanto na Google Play Store (Android), quanto na Apple Stores (iOS).

(Fonte: Matheus Riga) - 26/10/2020
Como a Vtex se tornou um unicórnio em meio à pandemia

Impulso no e-commerce ajudou empresa que faz infraestrutura para lojas online a captar novo aporte de US$ 225 milhões; com cheque, startup fundada em 200 foi avaliada em US$ 1,7 bilhão

"Olha, cara, eu vou te confessar uma coisa: eu estou cansado. Eu trabalhei muitos dias por 16 horas nessa quarentena. Mas eu faço isso feliz: a gente rala, mas ama o que faz". Como muita gente, Rafael Forte viu a carga de trabalho aumentar desde o início da pandemia. Ao contrário de muita gente, ele é uma das poucas pessoas no Brasil que pode dizer que comanda uma startup que foi avaliada em mais de US$ 1 bilhão durante o período do isolamento social. Presidente executivo da Vtex no País, ele pode dizer como poucos como o comércio eletrônico cresceu de março para cá.

Dona de uma solução que ajuda grandes marcas a criarem e manterem suas lojas online, em um sistema que também permite o gerenciamento das lojas físicas - o chamado omnichannel, ou "todos os canais", no jargão do setor -, a Vtex cresceu 98% na pandemia, atingindo já neste ano um tamanho que só esperava alcançar em 2023. Tudo porque conseguiu ajudar seus clientes - são mais de 3 mil em 42 países, incluindo marcas como Ambev, Coca-Cola, Nestlé e Motorola - a navegar o período mais crítico da quarentena.

"Muitos clientes sabiam que precisavam reagir, mas não tinham ideia de como fazer e a gente foi muito acessado. Ninguém esperava ter de fechar da noite para o dia, abrindo mão de 85%, 90% do faturamento", diz Forte. "A gente começou a ser demandado por orientação, até porque somos vistos como especialistas no mercado. Não dava para nos omitirmos." Apesar de custar dores nas costas ao executivo, o momento foi proveitoso para a Vtex: por conta da aceleração no e-commerce, a empresa levantou em setembro uma nova rodada de aportes avaliada em US$ 225 milhões, 10 meses após receber um cheque de US$ 140 milhões.

O investimento, liderado pelo fundo Tiger Global, deu à Vtex uma avaliação de mercado de US$ 1,7 bilhão - o suficiente para a empresa ser o primeiro "unicórnio da pandemia" no Brasil. Além disso, a companhia, que tem sede no Rio de Janeiro, também se tornou a primeira empresa latinoamericana a aparecer no quadrante de líderes da consultoria IDC. Para faturar, a empresa adota uma solução diferente dos rivais do setor: em vez de cobrar uma assinatura pelo software, a Vtex fica com uma comissão das vendas realizadas por meio de sua plataforma.

Com os recursos, a empresa pretende investir na expansão de seu time pelo mundo. Em novembro do ano passado, tinha 615 pessoas. Hoje, está com 900 funcionários - até o final de 2021, a empresa deve saltar para 1,4 mil empregados. Para o ano que vem, Forte está bastante otimista com os negócios, mesmo em um cenário em que o comércio eletrônico deixa de ser a única alternativa para os consumidores. "Muita gente aprendeu o poder da comodidade. Agora, a compra vai ser híbrida", diz o executivo.

Para Forte, a Vtex colhe hoje os frutos de uma jornada longa. "Pode parecer que a gente é um sucesso do dia para a noite, mas é algo que leva 20 anos para ser construído", diz o executivo, que completou 40 anos durante a quarentena. Uma das coisas das quais ele se orgulha é a governança da companhia, "que se prepara há muito tempo para ser uma grande empresa". É o que lhe dá o conforto de, ao final de uma sexta-feira de 16 horas ou mais, descansar com calma e buscar o equilíbrio. "Dá para desligar o celular no final de semana e voltar renovado na segunda-feira."

(Fonte: Bruno Capelas - Estadão) - 26/10/2020
Empreendedores criam horta inteligente para uso doméstico

Bruno Arouca, Juan Correa e Rodrigo Farina apostaram no crescimento das hortas urbanas para criar a startup Brota

A perspectiva de cultivar ervas, temperos e legumes dentro de casa, para consumo de alimentos mais saudáveis, tem feito com que o conceito de horta urbana cresça nas metrópoles do País. Dentro desse cenário, no entanto, há dificuldades que fazem as pessoas desistirem do plantio, como, por exemplo, a falta de tempo, conhecimento e espaço dedicado para a atividade.

Pensando nessas barreiras, que impedem as pessoas de cultivar hortas domésticas, os empreendedores Bruno Arouca, Juan Correa e Rodrigo Farina criaram, neste ano, a startup Brota. Os três, que são engenheiros formados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desenvolveram um dispositivo inteligente, autônomo e autoirrigável para cultivo de condimentos e legumes.



Pensando nas barreiras que impedem as pessoas de cultivar hortas domésticas, os empreendedores Bruno Arouca (à dir.), Juan Correa (ao meio) e Rodrigo Farina (à esq.) criaram, neste ano, a startup Brota
Foto: Brota / Divulgação

"Enxergamos a jardinagem, o cultivo urbano, como um setor da relação do humano com a natureza e seus alimentos", diz Farina, CEO da Brota. "Nosso propósito é ajudar a transformar este cenário (de dificuldade de manter hortas domésticas) e trazer luz à discussão sobre este tema que deverá ser cada vez mais pauta na sociedade." Na visão da startup, a estimativa é de que, no futuro, os alimentos sejam produzidos mais nas áreas urbanas do que nas zonas rurais.

"Estilo Nespresso"
Para solucionar os problemas envolvendo a baixa adesão à jardinagem, a aposta da Brota foi desenvolver um dispositivo compacto - com dimensões de 20 centímetros de comprimento, 20 centímetros de largura e 9 centímetros de altura - que conseguisse, de maneira automatizada, distribuir a água de seu reservatório para as plantas de maneira automática e na medida certa para cada tipo de erva, hortaliça ou legume.



A aposta da Brota foi desenvolver um dispositivo compacto, para que ele coubesse em qualquer lugar da casa: 20 centímetros de comprimento, 20 centímetros de largura e 9 centímetros de altura
Foto: Brota / Divulgação

O dispositivo de horta inteligente desenvolvido por Arouca, Correa e Farina funciona como uma espécie de "Nespresso", em que o usuário precisa comprar cápsulas com as plantas que deseja cultivar para, então, inseri-las no dispositivo. Feito isso, elas já são irrigadas automaticamente pelo sistema. Dentro de cada cápsula, além do condimento escolhido, há também a quantidade certa de terra necessária para seu crescimento.

Feito de plástico reciclável, o dispositivo de horta inteligente consegue regar até 6 plantas diferentes em um período de até 25 dias, sem a necessidade de repor o reservatório de água. "Por ser autoirrigável, você só precisa colocar água no sistema uma vez por mês", diz Farina. "Como as cápsulas já são preparadas com tudo que cada semente precisa, tudo foi pensado para que a planta se desenvolva 100% sozinha."



A Brota comercializa 12 tipos de cápsulas diferentes, que variam nas categorias de hortaliças, temperos e ervas para chá
Foto: Brota / Divulgação

A Brota comercializa 12 tipos de cápsulas diferentes, que variam nas categorias de hortaliças, temperos e ervas para chá: camomila-húngara, hortelã, salsa, manjericão italiano, coentro português, alface, rúcula, pimenta calabresa, alecrim, cebolinha, orégano, tomilho e tomate cereja. Segundo Farina, a startup já está desenvolvendo os módulos de tomate e sálvia.

O kit da horta inteligente, que vem o dispositivo mais seis cápsulas e dois meses de apoio online de biólogos parceiros da Brota, sai por R$ 225 à vista e pode ser parcelado. Caso seja necessária a reposição das plantas, o usuário pode pedir um conjunto de três módulos por R$ 36. Os pedidos devem ser feitos no site da empresa.

(Fonte: Matheus Riga - Equipe portal) - 19/10/2020
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.