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Startups criam soluções para quem tem animais de estimação

Com entrega de produtos por aplicativo e serviços de hospedagem para cães, empresas miram setor que gira R$ 34,4 bi

Ter um animal de estimação em casa alegra o ambiente e enche os moradores de amor. Mas quem é "mãe ou pai de pet" sabe: além do carinho, há tarefas cansativas - repor a ração, cuidar da higiene e levar os bichinhos para passear. De olho em facilitar a vida dos donos de animais em meio à rotina, startups começam a oferecer soluções para digitalizar um mercado estimado em 140 milhões de animais no País.



Animais de estimação (imagem ilustrativa)

Foto: mtreasure / iStock

É o caso, por exemplo, da Zee.Now, que oferece entrega em domicílio 24 horas por dia para diversos itens de pet shop, como rações e remédios, por meio de seu aplicativo. Ela foi fundada pelos irmãos gêmeos Thadeu e Felipe Diz, como um braço da empresa de acessórios Zee.Dog - há sete anos no mercado, a marca distribui produtos para 23 países e tem até uma loja em Nova York. "A Zee.Dog construiu uma comunidade enorme de donos de pets, que não compram só acessórios. Resolvemos aproveitar a oportunidade", diz Thadeu.

Lançado em maio, o Zee.Now já está em 75 bairros de São Paulo e Rio de Janeiro. Para o ano que vem, os planos são de expandir a operação para Curitiba e Belo Horizonte. Além dos próprios produtos, a empresa também faz compras direto da indústria e faz a entrega a partir de seus centros de distribuição - os entregadores, chamados de "Zee.Man", são terceirizados. Por trás do negócio, está uma equipe de 15 programadores. "Nossa logística permite que façamos as entregas na casa do cliente com frete grátis em menos de uma hora, até de madrugada", explica Thadeu.

É algo que pode movimentar um mercado já bastante grande: segundo o Instituto Pet Brasil (IPB), o setor de produtos e serviços para bichos de estimação pode movimentar R$ 36,2 bilhões em 2019 - no ano passado, foram R$ 34,4 bilhões, em um crescimento de 29% ao longo dos últimos cinco anos.

Para Martina Campos, diretora executiva da entidade, são números que mostram a mudança de status dos animais para as famílias brasileiras. "Os animais ficavam no quintal, como proteção. Hoje, estão dentro de casa, no sofá e até na cama", diz ela. "Por isso, surge um ecossistema para oferecer soluções para os donos, que estão em rotinas cada vez mais alucinantes."

Serviços buscam aliviar rotinas
Aliviar a rotina dos donos de bichos é o papel principal da startup DogHero, um dos nomes mais conhecidos do setor, com mais de R$ 45 milhões já recebidos em aportes. Trata-se de uma plataforma online na qual é possível encontrar hospedagem e passeadores para cães. Hoje, 1,3 milhão de cachorros estão cadastrados no sistema. "Quando a família quer viajar nem sempre tem um amigo por perto que pode cuidar do cachorro. Os hotéis para animais, que costumam ser uma alternativa, custam caro e, muitas vezes, o espaço é pequeno e o cão fica estressado", afirma Eduardo Baer, presidente executivo da DogHero.

Fundada em 2014, a empresa oferece hospedagem em 750 cidades do Brasil e já expandiu sua operação para Argentina e México - mais de 18 mil anfitriões estão cadastrados na plataforma, que fazem cursos online oferecidos pela DogHero para receberem os cachorros em suas casas. Lançado no ano passado, o serviço de passeadores está em 20 cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

A startup PetAnjo aposta em um modelo semelhante. Criada pela médica veterinária Carolina Rocha e pelo engenheiro Thiago Petersen, a empresa oferece serviços de hospedagem e passeio, além de visitas nas casas dos pets para alimentar e cuidar do animal quando o dono está viajando. "Atuava como veterinária e atendi muitos animais agressivos. Percebi que havia uma demanda por parte dos tutores por serviços complementares para ajudar no dia a dia" , diz Carolina.

Para atuar, os colaboradores (ou "anjos") da startup passam por um treinamento certificado pela startup, que envolve ensinamentos de primeiros socorros e identificação de doenças. "É uma responsabilidade grande cuidar dos filhos das pessoas, não podemos errar", diz Carolina, "mãe" dos cães Olga, Cássio e Madalena e das gatas Boneca e Ísis. Nos últimos cinco anos, a PetAnjo já ofereceu mais de 100 mil serviços.

Mercado deve aproveitar particularidades dos bichos
Apesar de o mercado de startups pet estar crescendo, muitos serviços são réplicas de apps "para humanos" - a Zee.Now é uma espécie de Rappi para animais, enquanto é possível dizer que o DogHero é um "Airbnb dos cães". "É natural essa adaptação, mas existem oportunidades específicas dos animais que podem ser exploradas", diz Daniel Grossi, cofundador da empresa de inovação Liga Ventures. "É o caso de dispositivos de internet das coisas para rastrear e monitorar os animais quando o dono está fora."

É a aposta da ZenPet, startup que desenvolve há três anos protótipos de dispositivos como um pote de ração inteligente para cães ou um bebedouro para gatos - aparelhos que, conectados a um aplicativo, permitem que o dono controle a quantidade de ração e água dos bichinhos. O plano é lançar os produtos no mercado em 2020, com preços a partir de R$ 300 (bebedouro) e R$ 500 (alimentador).

Para o fundador da empresa, Jefferson Magalhães, um dos principais desafios de empreender hoje na área pet é a captação de investimento. "Tirando alguns casos conhecidos, conseguir aporte é difícil", afirma o executivo. Neste ano, a ZenPet está tentando captar investimento para viabilizar sua produção. É uma preocupação do setor: "Grande parte das startups de pets são voltadas para o consumidor final, modelo que exige um bom volume de investimento para marketing e acesso ao mercado", diz Grossi, da Liga.

Por outro lado, é um mercado "afetivo", disposto a testar novos serviços. "O público pet recebe bem ideias que proporcionem o bem-estar do animal", diz Martina. Afinal, para muita gente é impagável chegar em casa e, em frente ao portão, ver seu cachorro sorrir latindo.

(Fonte: Giovanna Wolf Estadão ) - 15/10/2019
Moeda digital do Facebook enfrenta teste após desistência de grandes financiadores

A criptomoeda libra, do Facebook enfrenta uma reunião crucial de apoiadores nesta segunda-feira, dias após o projeto de moeda digital sofrer um duro golpe quando as grandes empresas de pagamento desistiram da iniciativa.



Representação da libra do Facebook 21/06/2019 REUTERS/Dado Ruvic
Foto: Reuters

A Mastercard e a Visa abandonaram a Libra Association, com sede em Genebra, na sexta-feira, assim como o eBay, a startup de fintech Stripe e empresa de pagamentos Mercado Pago.

Políticos e reguladores dos Estados Unidos à Europa disseram que a libra corre o risco de perturbar a estabilidade financeira global, minando a privacidade dos usuários e facilitando a lavagem de dinheiro.

O PayPal iniciou a saída da Libra Association este mês, deixando o Facebook sem o apoio de nenhuma empresa de pagamentos importante para o projeto, com lançamento previsto para junho de 2020.

A Libra disse neste mês que daria detalhes após a reunião das 1.500 "entidades" que indicaram "interesse entusiástico" para participar do projeto.

Os membros revisarão um estatuto e nomearão um conselho na reunião da Libra, que será realizada em Genebra, informou o Wall Street Journal este mês.

Uma porta-voz não respondeu imediatamente às perguntas da reunião da Libra Association, cujos membros restantes incluem a Vodafone e as empresas Uber e Lyft.

O projeto também inclui organizações sem fins lucrativos, grupos de capital de risco e empresas de blockchain, mas a saída de grandes empresas financeiras representa um obstáculo aos esforços de Libra para convencer reguladores e políticos sobre a segurança da moeda.

No mês passado, a França prometeu impedir o funcionamento da libra na Europa, com o Banco da Inglaterra estabelecendo altos obstáculos que ele deve enfrentar antes do seu lançamento. O chairman do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, também sugeriu que o projeto não poderia avançar antes que as preocupações fossem atendidas.

(Fonte: Tom Wilson) - 15/10/2019
Torneio junta 227 ton de lixo eletrônico para reciclagem

Greenk Tech Show teve competição de games e de coleta de lixo; o Terra transmitiu

A 3ª edição do Greenk Tech Show, festival de tecnologia e sustentabilidade, terminou neste domingo (6), com o recorde de arrecadação de lixo eletrônico da América Latina: 227 toneladas, que deverão ser recicladas.

HP chega a 8,2 mi de produtos feitos com plástico reciclado

Cerca de 200 mil alunos de 150 escolas públicas e privadas do Estado de São Paulo estiveram envolvidos na coleta dessa sucata – eles participaram do 2º Torneio Greenk Intercolegial.

Evento de tecnologia e sustentabilidade Greenk Tech Show 2019
Evento de tecnologia e sustentabilidade Greenk Tech Show 2019
Foto: Matheus Riga / Equipe portal
O evento, transmitido pelo Terra, também teve torneios de games como LoL e Just Dance. A campeã geral do torneio foi a E.M.E.B. Stélio Machado Loureiro, de Bebedouro, no interior de SP.

Veja os resultados de cada competição:

Torneio de Games LoL
1º - Colégio Guilherme Dumont Villares – São Paulo
2º - E.E.Antoine de Saint Exupery – São Paulo
3º - E.E. Prof. Ascendino Reis – São Paulo

Just Dance
1º - Escola COC – São Bernardo do Campo
2º - Escola COC – São Bernardo do Campo
3º - E.E. Maria Regina Demarchi Fanani – São Bernardo do Campo

Torneio Projetos de Sustentabilidade e Tecnologia
1º Colégio Visconde de Porto Seguro – Unidade Morumbi – São Paulo
2º Associação CERMAC- São Paulo
3º EE Padre Alexandre

Grigoli – São Caetano do Sul

Torneio Cosplay - Individual
1º Colégio Cruzeiro do Sulm – São Paulo
2º Colégio Pedroso – São Paulo
3º Centro Educacional ETIP – Santo André

Torneio Cosplay – Grupo
1º E.E. Prof. Ascendino Reis – São Paulo
2º E.M.E.B. Cel Francisco Rodrigues Barbosa – Itatiba
3º E.M.E.B. Professor Stélio Machado Loureiro – Bebedouro

Torneio de Arrecadação de Lixo Eletrônico
1º E.M.E.B Stélio Machado Loureiro – Bebedouro
2º EMEF Ângelo Raphael Pelegrino
3º CEL Francisco Rodrigues Barbosa

(Fonte: Equipe portal) - 07/10/2019
Startup que oferece psicólogo virtual recebe aporte de US$ 2 milhões

Investimento na TNH Health, que mantém um chatbot de saúde mental, foi liderado pela Valor Capital

A startup de saúde TNH Health anunciou nesta terça, 1, que recebeu um investimento de US$ 2 milhões liderado pelo fundo americano Valor Capital Group - participaram também da rodada os fundadores da rede de laboratórios SalomãoZoppi, a Vidalink e Maria Health Partners. A Valor é o fundo que ajudou a Stone a abrir capital em Nova York e serviço corporativo de academias Gympass a fazer sua expansão internacional para 14 países.

A TNH desenvolve um assistente virtual chamado Viki, que conversa sobre temas ligados à saúde mental, como ansiedade, estresse, depressão e qualidade do sono - é possível utilizar o psicólogo virtual gratuitamente no Facebook Messenger. "Esse dinheiro vai ajudar a aprofundarmos nosso produto, expandir nossos negócios para o mundo corporativo e crescer nossa base de usuários no Brasil",

diz ao Estado Michael Kapps, cofundador da empresa.

Michael Kapps, cofundador da startup TNH Health, que recebeu investimento de US$ 2 milhões da Valor Capital
Foto: TNH Health/Divulgação / Estadão
Fundada em 2013, a empresa tem um time de 30 pessoas, divididos entre Joinville (SC) e São Paulo, que desenvolve a inteligência artificial da Viki - o investimento ajudará a ampliar o conteúdo e a capacidade de oferecer respostas da ferramenta.

"O que mais nos impressionou na TNH é capacidade de engajamento da ferramenta, que consegue transmitir informações importantes para a saúde do indivíduo", diz Michael Nicklas, sócio da Valor Capital. O executivo diz acreditar que esse seja apenas o primeiro investimento da Valor na TNH. "Temos mais planos caso eles atinjam determinadas metas", diz ele.

Apesar de poder ser acessada gratuitamente por qualquer pessoa no Messenger, a TNH mira como fontes de receita o mercado corporativo - operadoras de saúde e outras empresas que pretendem oferecer o psicólogo virtual para clientes e funcionários. A expansão da ferramenta para o setor público também é vista com bons olhos pela startup e pela Valor. A TNH está no processo de fechar um contrato com a cidade de Baltimore, EUA, para oferecer a assistente, além de manter conversas com governos da região Nordeste do País.

Para a companhia, porém, é importante manter a versão gratuita da ferramenta. É com os dados gerados por essa base de usuários que a companhia consegue aperfeiçoar a inteligência artificial da plataforma.

Aporte importante
Apesar de baixo quando comparados a outros investimentos em startups brasileiras, o investimento na TNH é um dos maiores aportes do ano feito em healthtechs do País. "Temos olhado para o setor de saúde há muito tempo, mas não havíamos encontrado um ativo interessante ainda, pois é um setor fragmentado e que tem questões regulatórias", diz Nicklas.

A TNH começou como um chatbot de saúde básica e evoluiu para uma ferramenta de monitoramento de grávidas e pacientes crônicos, como diabéticos. A dificuldade da regulamentação de telemedicina, que permite consultas à distância, incentivou a migração para o segmento de saúde mental, que tem questões regulatórias mais resolvidas.

"Fazemos tudo o que o médico não faz. O médico não liga para dar apoio emocional ou para lembrar de tomar remédio. Focamos em orientação, o que é permitido", diz Kapps

(Fonte: Bruno Romani Estadão) - 07/10/2019
30 anos: veja alguns dos melhores jogos de Mega Drive

Com o "SEGA Genesis" tendo recém-completado 30 anos, esta é uma boa hora para lembrarmos a história do console e alguns dos melhores jogos de Mega Drive.

Daqui a duas semanas chegará às lojas a tão aguardada miniatura do Mega Drive e como recentemente aconteceu o 30º aniversário do lançamento do videogame original nos Estados Unidos, nada melhor do que comemorar este momento com uma lista com os melhores jogos de Mega Drive.

Mas antes de listar os jogos, vale a pena contar brevemente a história deste que é um dos melhores e mais importantes consoles de todos os tempos. Sendo o terceiro videogames da SEGA e sucessor direto do Master System, o Mega Drive foi lançado no Japão no dia 29 de outubro de 1988, chegando aos Estados Unidos em 14 de agosto do ano seguinte e ao Brasil em 1º de setembro de 1990.

Desenvolvido a partir de uma placa de fliperama da própria SEGA e que era conhecida como System 16, ele tinha como processador o lendário chip Motorola 68000 e chamou a atenção das pessoas na época por conseguir reproduzir com grande fidelidade vários títulos que faziam sucesso nos arcades.

Tendo encontrado muita resistência no Japão devido a forte concorrência do Super Famicom (o SNES japonês) e do PC Engine (que por aqui ficou conhecido como TurboGrafx-16), o Mega Drive teve muito melhor sorte deste lado de cá do planeta, fazendo muito sucesso na Europa, no Brasil e nos Estados Unidos. Um detalhe importante é que na terra do Tio Sam o aparelho teve o seu nome alterado para Genesis e a especulação é que isso tenha acontecido devido a uma disputa por marca registrada.

Outra característica marcantes do Mega Drive foram os add-ons criados para ele, com os mais importantes tendo sido o Mega CD (ou SEGA CD nos EUA) e o 32X. O curioso é que mesmo com ambos melhorando consideravelmente o poder do console, as vendas não foram boas e poucos jogos acabaram sendo lançados para serem utilizados com essas expansões.

Também vale citar as muitas versões que o videogame recebeu ao longo dos anos. Do Mega Drive portátil conhecido como Nomad até um que trazia o console junto com um Mega CD, o Genesis CDX (ou Multi-Mega na Europa), havia ainda modelos lançados por diversas fabricantes, como JVC, Aiwa e Pioneer Corporation, sem falar é claro nos clones que surgiram depois.

De acordo com as estimativas, cerca de 35 milhões de Mega Drives foram vendidos na últimas três décadas, sendo que só a Tec Toy seria responsável por quase 10% deste número. Porém, esta não deverá ser a base instalada final, já que além da empresa brasileira, a Majesco e a AtGames são outras que continuam fabricando aquele fantástico videogame até hoje — e sem dar indícios que pararão tão cedo.



Feita esta breve descrição da história do videogame, chegou a hora de escolher os 10 melhores jogos de Mega drive e como sempre acontece nessas situações, eu me vi obrigado a deixar muita coisa boa de fora. São jogos fantásticos como The Revenge of Shinobi, Mortal Kombat (e o seu macete para torná-lo tão violento quanto nos arcades), Road Rash e outros que marcaram minha vida, como Flashback: The Quest for Identity ou Ayrton Sennas Super Monaco GP II.

Por se tratar de um videogame que recebeu tantos clássicos, cada pessoa que criasse uma lista como essas acabaria incluindo algumas coisas e removendo outras, portanto não há certo ou errado nessa história. Da minha parte, o único critério foi que o título tivesse ficado mais conhecido no Mega Drive ou nos outros aparelho da SEGA, como o Game Gear ou o Master System. Portanto, vamos aos escolhidos:

Comix Zone
Podendo ser considerado um dos jogos visualmente mais fantásticos da sua época, Comix Zone contava a história de Sketch Turner, um artista que estava criando uma revista em quadrinhos e se viu preso na sua própria obra. O que o destacava era o fato de toda a aventura se passar como se realmente estivéssemos num gibi, com cada tela sendo um quadrinho e até as falas sendo feitas através de balões.

Com uma jogabilidade muito boa e um nível de dificuldade digno de nos querer fazer querer jogar o controle na parede, na época eu tinha a sensação de que o jogo não tinha feito tanto sucesso quanto merecia, talvez por a nova geração já estar chegando, mas aos poucos ele foi alavancado ao status de clássico cult e até hoje sonho com a possibilidade do Comix Zone ganhar uma continuação.



Castle of Illusion Starring Mickey Mouse
Mostrando que a SEGA também era capaz de entregar jogos de plataforma tão lúdicos quanto a Nintendo, Castle of Illusion fazia parte da segunda leva de games para o Mega Drive e ao lado do Sonic foi um dos responsáveis por consolidar o videogame entre o público mais jovem nos Estados Unidos.

Com gráficos muito bonitos, uma jogabilidade acessível e estrelado por um dos personagens mais adorados do planeta, este foi o primeiro jogo que terminei e por isso tenho um carinho especial por ele. Destaque também para a sua continuação, o excelente World of Illusion Starring Mickey Mouse and Donald Duck e para o remake que ele recebeu em 2013, com versões para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.



Sonic the Hedgehog 2
Se você viveu a virada da década de 80 para a de 90 e gostava de videogames, muito provavelmente levou um choque ao ver o Sonic the Hedgehog rodando pela primeira vez. As cores, a velocidade, a trilha sonora marcante, a jogabilidade frenética… Tudo naquele título impressionava, sendo um belíssimo exemplo de como a criatividade dos profissionais da época fazia a diferença.

Aí veio uma tão aguardada continuação e o que parecia impossível aconteceu: Sonic the Hedgehog 2 conseguia superar o seu antecessor em todos os aspectos e se você for falar sobre os melhores jogos de Mega Drive, obrigatoriamente terá que citar essa obra de arte. Um clássico que se mantêm divertido mesmo após tantos anos.



Shining Force II
Para mostrar que nem só de jogos mais infantis vivia o Mega Drive, em 1991 a SEGA se juntou a Climax Entertainment para lançar o Shining in the Darkness. Sendo um dungeon-crawler, nele tínhamos que explorar labirintos em 3D enquanto enfrentávamos os inimigos em batalhas por turnos.

No ano seguinte o Mega Drive recebeu uma continuação, esta chamada Shining Force e com uma jogabilidade diferente, funcionando como um jogo de estratégia em tempo real. Porém, foi com o Shining Force II que considero que a série atingido o seu ápice, com a sua campanha sendo muito maior, o enredo mais elaborado e o mundo aberto nos permitindo voltar a partes visitadas anteriormente a

qualquer momento.



Gunstar Heroes
Com uma mecânica parecida com a de outros run and guns, como Contra, Sunset Riders e Metal Slug, o jogo de estreia da Treasure serviu para termos uma bela ideia do que esse estúdio formado por ex-funcionários da Konami poderia nos dar.

Na verdade o desenvolvimento do Gunstar Heroes iniciou quando aquele pessoal ainda trabalhava na casa do Castlevania, mas devido a conflitos de interesse eles decidiram sair e após uma acordo com a SEGA, conseguiram criar não só um dos melhores jogos de Mega Drive, mas de toda a geração 16-bit. Belos gráficos, uma jogabilidade apurada e uma nível de dificuldade na medida só poderiam resultar

num clássico.



Landstalker: The Treasures of King Nole
Apesar de não ser tão cultuado quanto os outros jogos desta lista, eu sempre terei um carinho especial pelo Landstalker: The Treasures of King Nole. Com sua visão isométrica e uma jogabilidade muito legal, eu adorava explorar os calabouços desse jogo e lembro de ter passado muitas tardes grudado na TV apenas para tentar chegar ao seu final.

Apesar do ângulo de visão fazer com que algumas sequências de plataformas fossem irritantemente difíceis, o jogo brilhava por nos colocar para achar diversos itens que seriam imprescindíveis para a progressão e ainda contava com um enredo interessante. Só acho uma pena que o remake que estava previsto para chegar ao PSP nunca tenha sido lançado.



QuackShot Starring Donald Duck
Se o Mickey e o seu Castle of Illusion foram responsáveis por conquistar alguns consumidores para a SEGA, foi o Pato Donald quem recebeu um dos mais sensacionais jogos de Mega Drive. Colocando o personagem como um explorador no melhor estilo Indiana Jones, ele nos entregava uma aventura simplesmente memorável.

Além dos gráficos belíssimos, o grande destaque do QuackShot estava na sua jogabilidade, já que apesar dele ser um típico jogo de plataforma, os estágios só poderiam ser concluídos se tivéssemos os

itens corretos. Descobrir qual arma utilizar em uma determinada área trazia um elemento de estratégia muito legal ao gênero e que o diferenciava de tudo o que existia na época.



Phantasy Star IV
Embora o Super Nintendo sempre tenha sido apontado como um dos melhores consoles quando se trata de RPGs, o Mega Drive também recebeu suas pérolas e a principal delas provavelmente é o quarto

capítulo da série Phantasy Star. Servindo com o desfecho para a série principal, ver o término da saga do Sistema Algol ainda hoje deve deixar os fãs emocionados.

Mantendo a maioria dos elementos vistos nos jogos anteriores, como as batalhas por turnos ou a exploração com visão aérea quando estávamos fora dos calabouços, a lamentar apenas o fato do Phantasy

Star IV nunca ter sido traduzido para o português pela Tectoy, o que havia acontecido com os antecessores.



Out Run
Desenvolvido pelo mestre Yu Suzuki e tendo chegado aos arcades em 1986, Out Run era um jogo de corrida simplesmente espetacular. Com uma jogabilidade simples mas desafiadora, nele o nosso objetivo era desviar do tráfego e tentar chegar ao final dos estágios antes do tempo acabar. Mas acredite, como aquilo era divertido!

Depois de passar pelo Master System, em 1991 o Out Run finalmente chegou ao Mega Drive e como era bom ter uma versão tão parecida com a dos fliperamas disponível no conforto do nosso lar. Este é sem dúvida uma das lendas dos games e mais marcante que a Ferrari vermelha que pilotávamos em Out Run, talvez apenas a inesquecível trilha sonora composta por Hiroshi Kawaguchi.



Streets of Rage 2
Eu já falei bastante do Streets of Rage 2 na lista sobre alguns Beat Em Up que você precisa conhecer, mas como apontar os melhores jogos de Mega Drive e não citar esta verdadeira obra de arte?

Contando com uma campanha maior, gráficos mais bonitos e uma jogabilidade muito melhor que a do seu antecessor, esse é o típico caso de um jogo que já nasceu como um clássico.

O único aspecto que considero que ele não foi capaz de superar o primeiro — e aqui provavelmente serei duramente criticado por isso — foi na trilha sonora. O próprio Yuzo Koshiro já afirmou que a trilha do Streets of Rage 2 foi o melhor trabalho de sua carreira, mas eu ainda gosto mais do estilo das músicas do anterior e isso não quer dizer que ache a trilha do segundo jogo ruim.



Menção Honrosa: Pier Solar and the Great Architects
Embora só tenha sido lançado no final de 2010, portanto muitos anos depois do antigo console da SEGA ter sido deixado de lado, Pier Solar and the Great Architects é um jogo que deveria ser experimentado por todos, principalmente por quem gosta de RPGs.

Criado por um grupo de pessoas que frequentavam o site Eidolons Inn, aos poucos o projeto foi ficando maior e para garantir que todo o conteúdo fosse aproveitado, a equipe precisou lançar o Pier

Solar num cartucho de 64 Mega, fazendo dela o maior que o Mega Drive já viu.

Alguns anos depois o jogo foi adaptado para diversas outras plataformas, mas como foi legal ver um novo (e bom) título chegando ao videogame quando já tínhamos PlayStation 3, Xbox 360 e Wii dominando o mercado.

(Fonte: Meio Bit Dori Prata ) - 01/10/2019
Listando: 5 de 1120

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